Acho que o dia 9 de Abri de 2021, ficará indelevelmente marcado como um verdadeiro atentado à justiça. Começo por explicar alguns preâmbulos, de âmbito pessoal. Começo por dizer que acho a legislação portuguesa, uma amálgama de Leis e Decretos-Leis, elaboradas, por sucessivos Parlamentos e Governos, ao sabor dos acontecimentos, muitas vezes de uma forma precipitada e perfeitamente incipiente, que frequentemente, deixa a ideia de ter propositadamente muitos alçapões, para dar trabalho aos gabinetes de advogados, onde os deputados trabalham e outras vezes, feitas propositadamente para servir determinados interesses mais obscuros e inconfessáveis. O Código de Processo Penal, não fica atrás, na sua complexidade e enormidade de becos, que apenas servem para que a justiça seja ineficaz e célere, entupindo Tribunais e Secretarias de Tribunais, com atrasos inexplicáveis e cansativos, que apenas servem os objectivos de quem tem interesse que essa justiça não se execute e muitas vezes termine na prescrição, com todos os danos irreversíveis que isso acarreta para os lesados. Tive uma admiração pelo trabalho desenvolvido por José Sócrates no seu primeiro mandato como Primeiro-Ministro, pela lufada de ar fresco que trouxe para a governação portuguesa, indo muitas vezes contra os interesses corporativos instalados, como funcionários públicos, professores, médicos, laboratórios, entre outros; teve o mérito de iniciativas, como o Simplex, a aposta na digitalização e nas energias renováveis, as Novas Oportunidades. No entanto o segundo mandato foi o descalabro, provavelmente porque foi “atropelado” pelos tais interesses que quis desmantelar. Se não os pode vencer, Sócrates juntou-se a eles. E por fim, deixo a bosta em cima do bolo da corrupção. O Sr. Ricardo Salgado, uma figura muito sinistra, que foi (e ainda será?) a charneira de muitos interesses obscuros, que com os seus bolsos cheios de dinheiro sujo, distribua “favorzinhos” a quem lhe dava “favorzões”, com o beneplácito de todos os partidos e do Banco de Portugal. Não tenho muitas dúvidas que ele era (ainda será?) mesmo o DDT (Dono Disto Tudo!). E de certeza absoluta, sei que ele conseguiu destruir mais de 8 mil milhões de euros do erário público, através de todo o dinheiro já injectado no antigo Banco Espírito Santo, do qual esse energúmeno era o Presidente. Se fosse um homem com ética, respeito e educação e de origem japonesa, por muito menos do que destruiu em Portugal, por vergonha, já teria cometido Hara Kiri, mas como é ordinário, prefere pavonear-se na sua bela prisão domiciliária de Cascais. Feita esta declaração de interesses, volto ao início, do meu texto. A decisão de absolvição de José Sócrates, das acusações de corrupção de titular de órgão público, nomeadamente corrompido pelo Sr. Ricardo Salgado, apenas serve para se poder vir a branquear esse mesmo energúmeno, que depois de todas as trafulhices que fez, continua a estar em liberdade e vai acabar por se safar entre as gotas da chuva, no meio de inúmeros recursos, prescrições e outras coisas do género. Ontem confirmei algo muito importante que o Povo comenta, entre um café e um pastelinho de nata, que quando fizeres uma trafulhice, faz uma trafulhice em grande. Enganar o fisco numa declaração de IRS, pode dar coimas e até prisão por fraude fiscal, para um cidadão comum, mas ter um incremento patrimonial de 34 milhões de euros, sem qualquer justificação, não é passível de pena, pois no meio de uma mega investigação, acabou por prescrever. VERGONHA!!! Vergonha para a ineficácia da justiça, embrulhada nas suas próprias teias legislativas e de interesses, nem sempre compatíveis com aquilo que deveriam valorizar: a VERDADE e a JUSTIÇA!! José Sócrates, foi apenas mais um peão nas mãos do verdadeiro bandido, que dá pelo nome de Sr. Ricardo Salgado. Querem apostar que este bandido de colarinho branco, nunca irá bater com os costados numa prisão? Espero bem perder a minha aposta, para que de alguma forma ainda possa acreditar na nossa Justiça.
sábado, 10 de abril de 2021
A PROSTITUTA DA JUSTIÇA (OU UMA JUSTIÇA DE PROSTITUTAS?)
Acho que o dia 9 de Abri de 2021, ficará indelevelmente marcado como um verdadeiro atentado à justiça. Começo por explicar alguns preâmbulos, de âmbito pessoal. Começo por dizer que acho a legislação portuguesa, uma amálgama de Leis e Decretos-Leis, elaboradas, por sucessivos Parlamentos e Governos, ao sabor dos acontecimentos, muitas vezes de uma forma precipitada e perfeitamente incipiente, que frequentemente, deixa a ideia de ter propositadamente muitos alçapões, para dar trabalho aos gabinetes de advogados, onde os deputados trabalham e outras vezes, feitas propositadamente para servir determinados interesses mais obscuros e inconfessáveis. O Código de Processo Penal, não fica atrás, na sua complexidade e enormidade de becos, que apenas servem para que a justiça seja ineficaz e célere, entupindo Tribunais e Secretarias de Tribunais, com atrasos inexplicáveis e cansativos, que apenas servem os objectivos de quem tem interesse que essa justiça não se execute e muitas vezes termine na prescrição, com todos os danos irreversíveis que isso acarreta para os lesados. Tive uma admiração pelo trabalho desenvolvido por José Sócrates no seu primeiro mandato como Primeiro-Ministro, pela lufada de ar fresco que trouxe para a governação portuguesa, indo muitas vezes contra os interesses corporativos instalados, como funcionários públicos, professores, médicos, laboratórios, entre outros; teve o mérito de iniciativas, como o Simplex, a aposta na digitalização e nas energias renováveis, as Novas Oportunidades. No entanto o segundo mandato foi o descalabro, provavelmente porque foi “atropelado” pelos tais interesses que quis desmantelar. Se não os pode vencer, Sócrates juntou-se a eles. E por fim, deixo a bosta em cima do bolo da corrupção. O Sr. Ricardo Salgado, uma figura muito sinistra, que foi (e ainda será?) a charneira de muitos interesses obscuros, que com os seus bolsos cheios de dinheiro sujo, distribua “favorzinhos” a quem lhe dava “favorzões”, com o beneplácito de todos os partidos e do Banco de Portugal. Não tenho muitas dúvidas que ele era (ainda será?) mesmo o DDT (Dono Disto Tudo!). E de certeza absoluta, sei que ele conseguiu destruir mais de 8 mil milhões de euros do erário público, através de todo o dinheiro já injectado no antigo Banco Espírito Santo, do qual esse energúmeno era o Presidente. Se fosse um homem com ética, respeito e educação e de origem japonesa, por muito menos do que destruiu em Portugal, por vergonha, já teria cometido Hara Kiri, mas como é ordinário, prefere pavonear-se na sua bela prisão domiciliária de Cascais. Feita esta declaração de interesses, volto ao início, do meu texto. A decisão de absolvição de José Sócrates, das acusações de corrupção de titular de órgão público, nomeadamente corrompido pelo Sr. Ricardo Salgado, apenas serve para se poder vir a branquear esse mesmo energúmeno, que depois de todas as trafulhices que fez, continua a estar em liberdade e vai acabar por se safar entre as gotas da chuva, no meio de inúmeros recursos, prescrições e outras coisas do género. Ontem confirmei algo muito importante que o Povo comenta, entre um café e um pastelinho de nata, que quando fizeres uma trafulhice, faz uma trafulhice em grande. Enganar o fisco numa declaração de IRS, pode dar coimas e até prisão por fraude fiscal, para um cidadão comum, mas ter um incremento patrimonial de 34 milhões de euros, sem qualquer justificação, não é passível de pena, pois no meio de uma mega investigação, acabou por prescrever. VERGONHA!!! Vergonha para a ineficácia da justiça, embrulhada nas suas próprias teias legislativas e de interesses, nem sempre compatíveis com aquilo que deveriam valorizar: a VERDADE e a JUSTIÇA!! José Sócrates, foi apenas mais um peão nas mãos do verdadeiro bandido, que dá pelo nome de Sr. Ricardo Salgado. Querem apostar que este bandido de colarinho branco, nunca irá bater com os costados numa prisão? Espero bem perder a minha aposta, para que de alguma forma ainda possa acreditar na nossa Justiça.
domingo, 4 de abril de 2021
RUI NABEIRO (DELTA) - UM VISIONÁRIO EXEMPLAR
Recentemente o (Comendador) Sr. Rui Nabeiro, completou 90 anos de vida e quase outros tantos a liderar uma indústria de cafés, lider absoluta em Portugal e um grande operador no Sul da Europa e nalguns outros locais, nomeadamente onde existem fortes comunidades de Lusitanos. Em determinada altura da minha vida profissional, tive o prazer de o conhecer pessoalmente e de durante muitos anos ser comprador dos Cafés Delta e desde sempre senti, estar perante uma pessoa diferente, pelo seu positivismo, sinceridade, generosidade e uma empresa bastante inovadora nos seus processos. Estamos a falar de uma pessoa que fez a antiga quarta classe, mas que se soube licenciar, mestrar e doutorar, com a vida, com o seu trabalho, a sua visão, o seu empreendorismo empírico, mas genuíno, sério e esforçado. Soube fazer do contacto pessoal, uma ferramenta que alavanca o seu negócio, sempre com rigor, verdade, associado a um conhecimento único do negócio do café. O seu sonho, a sua alegria, sempre mesclada com muita humildade, fizeram com que Campo Maior, uma pequena (hoje) vila, tenha 8000 habitantes, uma excelente qualidade de vida, uma das maiores natalidades de Portugal, sem autoestradas, grandes centros de decisões ou mesmo uma linha de caminho de ferro. Valeu sempre a sua aposta nas pessoas, no trabalho leal e honesto, sendo transparente para com todos os interlocutores e pensar sempre em frente. Este Senhor é um exemplo vivo, com quem muito boa gente devia aprender, se realmente tiverem a ambição de criar um mundo melhor, mais feliz e mais solidário! As minhas palavras pouco mais podem acrescentar e melhor que as minhas palavras é ouvir estes 37 minutos de entrevista do jornalista, José Alberto Carvalho e transmitida na TVI, ao Sr. Rui Nabeiro. Uma peça de felicidade, esperança, altruísmo e pensar mais alto! Bem haja, Sr. Rui Nabeiro. Abaixo o link da entrevista:
https://tvi24.iol.pt/videos/especial-24-entrevista-a-rui-nabeiro/606101280cf277cf82bea387
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