sábado, 28 de novembro de 2020

COMER GELADOS COM A TESTA


(Ou tomar vacinas que ninguém sabe o que é????). Nos últimos dias tenho assistido, com um misto de riso, infelizmente, por um lado e um misto de incruedilidade, felizmente, por outro, sobre o tema das vacinas do Covid-19. Definitivamente devem estar a fazer um verdadeiro teste, para ver quem consegue ser mais eficaz sobre a estupidez. Os russos foram os pioneiros a dizer que tinham uma vacina, para poucos dias depois dizerem que afinal já tinham outra que era ainda mais eficaz. Primeira questão: então, com poucos dias de diferença, os russos conseguem ter duas vacinas? Depois os chineses, com 92%, depois os americanos com 92,4%, depois os alemães com 94%, depois os ingleses, mas afinal “apenas” com 60% (ou 74%, segundo a metodologia aplicada) e por fim voltam os russos a dizer que a deles tem 95%!! Desculpem, mas estes cientistas/laboratórios, estão na escola, a ver quem tem a “pila” maior???? Sou um leigo, mas tenho dois dedos de testa! Faz-me confusão como num curto espaço de tempo todos conseguem ter uma vacina “maior” do que o outro. Depois, ainda vêm os ingleses dizer que afinal se enganaram nas dosagens das vacinas e têm que refazer os ensaios, mas que rapidamente têm a vacina disponível. Como? Então fizeram testes em cima do joelho, mas dizem que está tudo bem? Mais engraçado disto tudo é ver os “politiquinhos” mundiais a comprarem, não sabem muito bem o que estão a comprar, o que ainda nem está cientificamente comprovado, que seja eficiente e inócuo e ainda nem está em produção? Estão a usar o dinheiro que não é deles, para comprarem vento. E depois ainda dizem que em Dezembro, já estão a vacinar as pessoas. Mas Dezembro é já aí. Então se ainda nem foram exibidos os documentos científicos (até agora tem sido apenas comunicados de imprensa, com dados parcelares), se ainda nem perceberam bem que a logística global, não está preparada para transportar, armazenar e distribuir produtos farmacêuticos que precisam de temperaturas negativas da ordem dos 80 graus (hoje em dia os circuitos de distribuição em massa, podem ir até cerca de 20 graus negativos), como podem crer naquelas palavras que lhes saiem da boca? Se ainda hoje nem se sabe muito bem como lidar com a doença, nem nas suas consequências posteriores, se ainda hoje ainda andam a discutir a eficácia dos testes e já vão “amanhã” injectar algo que ninguém sabe muito bem se funciona, no organismos das pessoas? Das duas uma, há alguém muito burro no meio disto: ou sou eu ou são os “politiquinhos” mundiais. Que me dizem? E a cereja em cima do bolo, do dia de hoje, em Portugal: se há vacinas para todos, como diz a “Tremido”, porque vão excluir as pessoas com mais de 75 anos do pseudo plano de vacinação? Foi a pedido da Segurança Social, para eliminarem os velhotes e não pagarem tantas reformas? Se tudo isto não fosse tão triste e decadente, eu estava a rir a bandeiras despregadas com estes camelos que pensam que devemos comer gelados com a testa. Como diria o meu Tio João: “…ide-vos (fecundar)…”.

sábado, 14 de novembro de 2020

SERÁ A MORTE ANUNCIADA DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL?


No século XVIII, Benjamin Franklin, disse:  “...Aquele que tiver paciência, terá tudo o que deseja”. Uma frase célebre e sempre actual, mesmo e sobretudo, nos tempos que correm. Se olharmos ao estado actual do Mundo, mas da Europa em particular, o que vemos: uma civilizaçáo, uma economia, uma democracia (para aqueles que ainda a reclamam), em implosão. Porque implode a dita civilização ocidental? Porque a partir de uma determinada altura, que poderei situar algures no fim do século passado, os nossos politiquizinhos, acreditaram que os Estados tinham recursos financeiros ilimitados, porque após cada eleição ignoram completamente quem os elege, porque entendem fazer quase sempre o oposto do que fizeram os anteriores politicos, com todos os custos financeiros e humanos que isso implica, porque governam no curto prazo, entenda-se até às próximas eleições, porque acham que os dinheiros públicos podem ser geridos, mesclados, com os seus interesses pessoais, que se dividem entre os interesses financeiros, futebolistícos, partidários e outros menos claros e cereja em cima do bolo,  porque se auto imunizaram, perante a justiça (a literal e a social, vulgo impunidade). Perderam o respeito do povo, fazem que cada vez mais as pessoas não se revejam em quem os governa. Falta à nossa governação, a preparação para saberem gerir um Estado, a capacidade mental de olharem para um futuro de longo prazo e terem a coragem de determinar o caminho do futuro, da paz, da inovação, do respeito pelo planeta e pelas pessoas que governam. Optam, por gerir no facilitismo, a reboque dos ventos que sopram, para tentarem evitar as tempestades que chegam, mas quais marinheiros de água doce, em mar bravo, a única coisa que conseguem é destruir o barco e perder a confiança dos seus marinheiros. E assim se dão as rebeliões a bordo dos barcos mal navegados. Essas rebeliões quase sempre acabaram mal, ou seja com o anunciado naufrágio. Se já nem tudo era bom, com este virus, propositadamente ou negligentemente libertado, apenas veio mostrar as nossas fragilidades e pelo certo, mudar o nosso futuro. Voltando ao primeiro parágrafo, sobre a frase de Benjamin Fraklin, qual a nação a que o povo atribui paciência de chinês? “Ups”, já dei a resposta! Numa altura em que a maior parte do mundo está virada do avesso, qual o país que apresenta um grande crescimento económico e quase sem estar afectado (que se saiba) pelo virus que disseminou pelo mundo? No minimo, é estranho. Mudando um pouco o célebre dito das bruxas (espanholas), direi que não acredito em teorias da conspiração, mas “pero las hay, las hay!!”.