No século XVIII, Benjamin Franklin, disse: “...Aquele que tiver paciência, terá tudo o que deseja”. Uma frase célebre e sempre actual, mesmo e sobretudo, nos tempos que correm. Se olharmos ao estado actual do Mundo, mas da Europa em particular, o que vemos: uma civilizaçáo, uma economia, uma democracia (para aqueles que ainda a reclamam), em implosão. Porque implode a dita civilização ocidental? Porque a partir de uma determinada altura, que poderei situar algures no fim do século passado, os nossos politiquizinhos, acreditaram que os Estados tinham recursos financeiros ilimitados, porque após cada eleição ignoram completamente quem os elege, porque entendem fazer quase sempre o oposto do que fizeram os anteriores politicos, com todos os custos financeiros e humanos que isso implica, porque governam no curto prazo, entenda-se até às próximas eleições, porque acham que os dinheiros públicos podem ser geridos, mesclados, com os seus interesses pessoais, que se dividem entre os interesses financeiros, futebolistícos, partidários e outros menos claros e cereja em cima do bolo, porque se auto imunizaram, perante a justiça (a literal e a social, vulgo impunidade). Perderam o respeito do povo, fazem que cada vez mais as pessoas não se revejam em quem os governa. Falta à nossa governação, a preparação para saberem gerir um Estado, a capacidade mental de olharem para um futuro de longo prazo e terem a coragem de determinar o caminho do futuro, da paz, da inovação, do respeito pelo planeta e pelas pessoas que governam. Optam, por gerir no facilitismo, a reboque dos ventos que sopram, para tentarem evitar as tempestades que chegam, mas quais marinheiros de água doce, em mar bravo, a única coisa que conseguem é destruir o barco e perder a confiança dos seus marinheiros. E assim se dão as rebeliões a bordo dos barcos mal navegados. Essas rebeliões quase sempre acabaram mal, ou seja com o anunciado naufrágio. Se já nem tudo era bom, com este virus, propositadamente ou negligentemente libertado, apenas veio mostrar as nossas fragilidades e pelo certo, mudar o nosso futuro. Voltando ao primeiro parágrafo, sobre a frase de Benjamin Fraklin, qual a nação a que o povo atribui paciência de chinês? “Ups”, já dei a resposta! Numa altura em que a maior parte do mundo está virada do avesso, qual o país que apresenta um grande crescimento económico e quase sem estar afectado (que se saiba) pelo virus que disseminou pelo mundo? No minimo, é estranho. Mudando um pouco o célebre dito das bruxas (espanholas), direi que não acredito em teorias da conspiração, mas “pero las hay, las hay!!”.
sábado, 14 de novembro de 2020
SERÁ A MORTE ANUNCIADA DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL?
No século XVIII, Benjamin Franklin, disse: “...Aquele que tiver paciência, terá tudo o que deseja”. Uma frase célebre e sempre actual, mesmo e sobretudo, nos tempos que correm. Se olharmos ao estado actual do Mundo, mas da Europa em particular, o que vemos: uma civilizaçáo, uma economia, uma democracia (para aqueles que ainda a reclamam), em implosão. Porque implode a dita civilização ocidental? Porque a partir de uma determinada altura, que poderei situar algures no fim do século passado, os nossos politiquizinhos, acreditaram que os Estados tinham recursos financeiros ilimitados, porque após cada eleição ignoram completamente quem os elege, porque entendem fazer quase sempre o oposto do que fizeram os anteriores politicos, com todos os custos financeiros e humanos que isso implica, porque governam no curto prazo, entenda-se até às próximas eleições, porque acham que os dinheiros públicos podem ser geridos, mesclados, com os seus interesses pessoais, que se dividem entre os interesses financeiros, futebolistícos, partidários e outros menos claros e cereja em cima do bolo, porque se auto imunizaram, perante a justiça (a literal e a social, vulgo impunidade). Perderam o respeito do povo, fazem que cada vez mais as pessoas não se revejam em quem os governa. Falta à nossa governação, a preparação para saberem gerir um Estado, a capacidade mental de olharem para um futuro de longo prazo e terem a coragem de determinar o caminho do futuro, da paz, da inovação, do respeito pelo planeta e pelas pessoas que governam. Optam, por gerir no facilitismo, a reboque dos ventos que sopram, para tentarem evitar as tempestades que chegam, mas quais marinheiros de água doce, em mar bravo, a única coisa que conseguem é destruir o barco e perder a confiança dos seus marinheiros. E assim se dão as rebeliões a bordo dos barcos mal navegados. Essas rebeliões quase sempre acabaram mal, ou seja com o anunciado naufrágio. Se já nem tudo era bom, com este virus, propositadamente ou negligentemente libertado, apenas veio mostrar as nossas fragilidades e pelo certo, mudar o nosso futuro. Voltando ao primeiro parágrafo, sobre a frase de Benjamin Fraklin, qual a nação a que o povo atribui paciência de chinês? “Ups”, já dei a resposta! Numa altura em que a maior parte do mundo está virada do avesso, qual o país que apresenta um grande crescimento económico e quase sem estar afectado (que se saiba) pelo virus que disseminou pelo mundo? No minimo, é estranho. Mudando um pouco o célebre dito das bruxas (espanholas), direi que não acredito em teorias da conspiração, mas “pero las hay, las hay!!”.
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