(Ou tomar vacinas que ninguém sabe o que é????). Nos últimos dias tenho assistido, com um misto de riso, infelizmente, por um lado e um misto de incruedilidade, felizmente, por outro, sobre o tema das vacinas do Covid-19. Definitivamente devem estar a fazer um verdadeiro teste, para ver quem consegue ser mais eficaz sobre a estupidez. Os russos foram os pioneiros a dizer que tinham uma vacina, para poucos dias depois dizerem que afinal já tinham outra que era ainda mais eficaz. Primeira questão: então, com poucos dias de diferença, os russos conseguem ter duas vacinas? Depois os chineses, com 92%, depois os americanos com 92,4%, depois os alemães com 94%, depois os ingleses, mas afinal “apenas” com 60% (ou 74%, segundo a metodologia aplicada) e por fim voltam os russos a dizer que a deles tem 95%!! Desculpem, mas estes cientistas/laboratórios, estão na escola, a ver quem tem a “pila” maior???? Sou um leigo, mas tenho dois dedos de testa! Faz-me confusão como num curto espaço de tempo todos conseguem ter uma vacina “maior” do que o outro. Depois, ainda vêm os ingleses dizer que afinal se enganaram nas dosagens das vacinas e têm que refazer os ensaios, mas que rapidamente têm a vacina disponível. Como? Então fizeram testes em cima do joelho, mas dizem que está tudo bem? Mais engraçado disto tudo é ver os “politiquinhos” mundiais a comprarem, não sabem muito bem o que estão a comprar, o que ainda nem está cientificamente comprovado, que seja eficiente e inócuo e ainda nem está em produção? Estão a usar o dinheiro que não é deles, para comprarem vento. E depois ainda dizem que em Dezembro, já estão a vacinar as pessoas. Mas Dezembro é já aí. Então se ainda nem foram exibidos os documentos científicos (até agora tem sido apenas comunicados de imprensa, com dados parcelares), se ainda nem perceberam bem que a logística global, não está preparada para transportar, armazenar e distribuir produtos farmacêuticos que precisam de temperaturas negativas da ordem dos 80 graus (hoje em dia os circuitos de distribuição em massa, podem ir até cerca de 20 graus negativos), como podem crer naquelas palavras que lhes saiem da boca? Se ainda hoje nem se sabe muito bem como lidar com a doença, nem nas suas consequências posteriores, se ainda hoje ainda andam a discutir a eficácia dos testes e já vão “amanhã” injectar algo que ninguém sabe muito bem se funciona, no organismos das pessoas? Das duas uma, há alguém muito burro no meio disto: ou sou eu ou são os “politiquinhos” mundiais. Que me dizem? E a cereja em cima do bolo, do dia de hoje, em Portugal: se há vacinas para todos, como diz a “Tremido”, porque vão excluir as pessoas com mais de 75 anos do pseudo plano de vacinação? Foi a pedido da Segurança Social, para eliminarem os velhotes e não pagarem tantas reformas? Se tudo isto não fosse tão triste e decadente, eu estava a rir a bandeiras despregadas com estes camelos que pensam que devemos comer gelados com a testa. Como diria o meu Tio João: “…ide-vos (fecundar)…”.
sábado, 28 de novembro de 2020
COMER GELADOS COM A TESTA
(Ou tomar vacinas que ninguém sabe o que é????). Nos últimos dias tenho assistido, com um misto de riso, infelizmente, por um lado e um misto de incruedilidade, felizmente, por outro, sobre o tema das vacinas do Covid-19. Definitivamente devem estar a fazer um verdadeiro teste, para ver quem consegue ser mais eficaz sobre a estupidez. Os russos foram os pioneiros a dizer que tinham uma vacina, para poucos dias depois dizerem que afinal já tinham outra que era ainda mais eficaz. Primeira questão: então, com poucos dias de diferença, os russos conseguem ter duas vacinas? Depois os chineses, com 92%, depois os americanos com 92,4%, depois os alemães com 94%, depois os ingleses, mas afinal “apenas” com 60% (ou 74%, segundo a metodologia aplicada) e por fim voltam os russos a dizer que a deles tem 95%!! Desculpem, mas estes cientistas/laboratórios, estão na escola, a ver quem tem a “pila” maior???? Sou um leigo, mas tenho dois dedos de testa! Faz-me confusão como num curto espaço de tempo todos conseguem ter uma vacina “maior” do que o outro. Depois, ainda vêm os ingleses dizer que afinal se enganaram nas dosagens das vacinas e têm que refazer os ensaios, mas que rapidamente têm a vacina disponível. Como? Então fizeram testes em cima do joelho, mas dizem que está tudo bem? Mais engraçado disto tudo é ver os “politiquinhos” mundiais a comprarem, não sabem muito bem o que estão a comprar, o que ainda nem está cientificamente comprovado, que seja eficiente e inócuo e ainda nem está em produção? Estão a usar o dinheiro que não é deles, para comprarem vento. E depois ainda dizem que em Dezembro, já estão a vacinar as pessoas. Mas Dezembro é já aí. Então se ainda nem foram exibidos os documentos científicos (até agora tem sido apenas comunicados de imprensa, com dados parcelares), se ainda nem perceberam bem que a logística global, não está preparada para transportar, armazenar e distribuir produtos farmacêuticos que precisam de temperaturas negativas da ordem dos 80 graus (hoje em dia os circuitos de distribuição em massa, podem ir até cerca de 20 graus negativos), como podem crer naquelas palavras que lhes saiem da boca? Se ainda hoje nem se sabe muito bem como lidar com a doença, nem nas suas consequências posteriores, se ainda hoje ainda andam a discutir a eficácia dos testes e já vão “amanhã” injectar algo que ninguém sabe muito bem se funciona, no organismos das pessoas? Das duas uma, há alguém muito burro no meio disto: ou sou eu ou são os “politiquinhos” mundiais. Que me dizem? E a cereja em cima do bolo, do dia de hoje, em Portugal: se há vacinas para todos, como diz a “Tremido”, porque vão excluir as pessoas com mais de 75 anos do pseudo plano de vacinação? Foi a pedido da Segurança Social, para eliminarem os velhotes e não pagarem tantas reformas? Se tudo isto não fosse tão triste e decadente, eu estava a rir a bandeiras despregadas com estes camelos que pensam que devemos comer gelados com a testa. Como diria o meu Tio João: “…ide-vos (fecundar)…”.
sábado, 14 de novembro de 2020
SERÁ A MORTE ANUNCIADA DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL?
No século XVIII, Benjamin Franklin, disse: “...Aquele que tiver paciência, terá tudo o que deseja”. Uma frase célebre e sempre actual, mesmo e sobretudo, nos tempos que correm. Se olharmos ao estado actual do Mundo, mas da Europa em particular, o que vemos: uma civilizaçáo, uma economia, uma democracia (para aqueles que ainda a reclamam), em implosão. Porque implode a dita civilização ocidental? Porque a partir de uma determinada altura, que poderei situar algures no fim do século passado, os nossos politiquizinhos, acreditaram que os Estados tinham recursos financeiros ilimitados, porque após cada eleição ignoram completamente quem os elege, porque entendem fazer quase sempre o oposto do que fizeram os anteriores politicos, com todos os custos financeiros e humanos que isso implica, porque governam no curto prazo, entenda-se até às próximas eleições, porque acham que os dinheiros públicos podem ser geridos, mesclados, com os seus interesses pessoais, que se dividem entre os interesses financeiros, futebolistícos, partidários e outros menos claros e cereja em cima do bolo, porque se auto imunizaram, perante a justiça (a literal e a social, vulgo impunidade). Perderam o respeito do povo, fazem que cada vez mais as pessoas não se revejam em quem os governa. Falta à nossa governação, a preparação para saberem gerir um Estado, a capacidade mental de olharem para um futuro de longo prazo e terem a coragem de determinar o caminho do futuro, da paz, da inovação, do respeito pelo planeta e pelas pessoas que governam. Optam, por gerir no facilitismo, a reboque dos ventos que sopram, para tentarem evitar as tempestades que chegam, mas quais marinheiros de água doce, em mar bravo, a única coisa que conseguem é destruir o barco e perder a confiança dos seus marinheiros. E assim se dão as rebeliões a bordo dos barcos mal navegados. Essas rebeliões quase sempre acabaram mal, ou seja com o anunciado naufrágio. Se já nem tudo era bom, com este virus, propositadamente ou negligentemente libertado, apenas veio mostrar as nossas fragilidades e pelo certo, mudar o nosso futuro. Voltando ao primeiro parágrafo, sobre a frase de Benjamin Fraklin, qual a nação a que o povo atribui paciência de chinês? “Ups”, já dei a resposta! Numa altura em que a maior parte do mundo está virada do avesso, qual o país que apresenta um grande crescimento económico e quase sem estar afectado (que se saiba) pelo virus que disseminou pelo mundo? No minimo, é estranho. Mudando um pouco o célebre dito das bruxas (espanholas), direi que não acredito em teorias da conspiração, mas “pero las hay, las hay!!”.
domingo, 19 de abril de 2020
SUSPENDER A VIDA
Meu Caro, Sr. Marcelo Rebelo de
Sousa, Presidente do meu País,
reconheço que já tive mais
admiração por si, do que tenho hoje. Admirei muito a primeira parte do seu mandato, já que soube manter a sua postura de Presidente de todos! os Portugueses,
sabendo estar sempre a nosso lado, aonde e quando foi preciso, sem medos,
fazendo com que nos sentíssemos, um de si, já que o Sr. sabia ser um de nós.
Depois entrou numa rampa descendente, que apesar de ser popularmente simpático,
talvez o tenha feito esquecer um pouco da dignidade do seu cargo, que por vezes
obriga e merece, que tenha uma determinada distância da vida real.
Mas hoje endereço-lhe um singelo
pedido. A bem de todos nós, que amamos Portugal, tenha o bom senso de dizer
não, a um bando de irresponsáveis, que seguem parados em 1977, que 46 anos
volvidos insistem (e noutras circunstâncias, talvez bem), em celebrar algo que garantidamente
no contexto actual é um perfeito disparate! São provavelmente os mesmos que acharam
que o 1º de Dezembro (dia da Independência, face ao jugo Castelhano) não era um
dia importante e decidiram suspender este feriado; são provavelmente os mesmos
que obrigaram (e bem) os Portugueses a ficar em casa, suspendendo as celebrações
da Páscoa, do 13 de Maio, sem irem à praia para o Algarve, ao trabalho, ao
futebol, à escola, aos concertos, a passear nas nossas belas marginais, cheias
de iodo e belo sol, instituindo um rigoroso período de confinamento, durante
esta malvada pandemia, que tiveram o bom senso de suspender as nossas vidas.
São provavelmente os mesmos que falam de direitos Constitucionais e
nomeadamente da famosa proporcionalidade. Mas são agora, os mesmos, que
obstinadamente (na Moita do Ribatejo, chama-se “querença”, quando os bois
marram em não sair do mesmo sítio), acham que a proporcionalidade é fazer o que
eu digo, mas não fazer o que eu faço, teimando em celebrar, através duma bela
festa na Casa da Democracia, o 25 de Abril.
Respeitem o Povo, essa é
garantidamente a melhor resposta e apoio ao povo que tem sabido de uma forma
exemplar suspender o seu futuro, a bem do colectivo. Dêm o exemplo e cumpram,
exactamente as mesmas determinações que deram ao Povo. Suspendam as vossas
celebrações!!!
Peço-lhe Sr. Marcelo Rebelo de
Sousa, que fique em casa também e ordene aos desobedientes Deputados e ao
irresponsável Presidente deles, para ficarem em casa, com um craveiro à janela.
Portugal agradece e isso apenas reforça a autoridade democrática. Se não o
fizer, corre o sério risco, de cada Português ter, com justa causa, uma razoável
justificação, para sair de casa quando e para onde lhe apetecer, sem ter que
dar uma pérfida desculpa. É apenas uma questão de proporcionalidade.
A bem da Nação, antecipadamente
grato.
terça-feira, 31 de março de 2020
CONVERSAS COM O MEU TIO JOÃO - CONSTRUIR
Numa das muitas
conversas com o sábio da vida, que é o meu Tio João, comentávamos o estado do
Mundo e ele, do alto da sabedoria dos seus 85 anos, perguntava-me o que eu
achava do futuro, por causa desta enorme crise do Corona. E eu fiquei sem
resposta, mas na minha ingenuidade de sempre acreditar que tudo vai melhorar,
disse-lhe que iremos ter que reconstruir e repensar o mundo. Ele aquiesceu com
a cabeça, mas percebi, que algo ia no seu pensamento, que eu resolvi indagar.
Ele perguntou-me então o que eu entendia por construir? Se há algo que não é o
meu forte, é a construção de prédios, mas usando alguma similitude, disse-lhe é
como se eu juntasse, pedreiros, carpinteiros, engenheiros, eletricistas,
arquitectos, canalizadores, entre outros, para construirmos um belo edifício,
que possa servir para albergar famílias, escritórios, comércios, para
harmonizar uma vida em comum, seria a felicidade das pessoas que frequentem
esse espaço imobiliário. Ele disse que era um bom exemplo, mas como sempre,
colocou uma pergunta: e se algum desses elementos que vão construir o edifício,
por inveja, por negligência, por inépcia, por preguiça, por egoísmo, decidirem
boicotar a construção? Eu fiquei admirado com a pergunta, mas disse-lhe que
provavelmente iria demorar mais tempo e esforço, ou seja, iriam ser consumidos
mais recursos, para construir o prédio, provavelmente com o sacrifício dos
outros empreendedores. O meu Tio João, retorquiu de imediato, aprovando a minha
análise: ora aí tens a resposta de como vai o mundo hoje! De facto, a cupidez
(a sede de poder, entre outras coisas) de alguns poucos, provoca sacrifícios
desnecessários, para a grande maioria. Muitos homens têm o ideal de dominar o Mundo. Sempre foi assim, basta ver a sucessão de
guerras que já vem antes de Cristo. Mas hoje, meu sobrinho, o Mundo mudou. Hoje
já não é uma questão de ver quem tem o maior barco, quem tem mais aviões ou os
soldados mais destemidos. Hoje, as guerras, fazem-se com ataques digitais, com
desequilíbrios económicos ou com lutas biológicas e para perceber isso, é
preciso muita paciência de chinês. Fiquei siderado com esta última frase. O Tio
João tem sempre razão.
sábado, 27 de outubro de 2018
OS NOVOS POBRES
Fico
atónito com a estupidez dos pseudo sábios do mundo, muito tristes porque a economia
está em desaceleração. E o mais grave é que não conseguem encontrar a solução.
Estúpidos!! A economia não cresce, porque não há consumo. Não há consumo, porque
as pessoas não têm dinheiro. As pessoas não têm dinheiro, porque cada vez há
menos trabalho (e é remunerado cada vez pior). E porque há menos dinheiro?
Porque cada vez mais há menos ricos, mas cada vez mais ricos e por reflexo,
cada vez há mais pobres e cada vez mais pobres, num número exponencial.
Foi
recentemente publicada a lista dos mais ricos do mundo e fico absolutamente
chocado, com os valores de riqueza de cada uma dessas pessoas. Não sou invejoso
e sou dos primeiros a aceitar que as pessoas mais bem sucedidas na vida, têm
que ter mais património que eu. Mas custa-me aceitar que poucas pessoas em
poucos anos, sejam ulta-multi-mega-hiper ricas. Ou os outros são
ultra-multi-mega-hiper estúpidos, (que eu não creio) ou algo de muito estranho
se passou. No nosso mundo actual, as engenharias financeiras, mais ilegais e
injustas, destroem o bem estar colectivo, os principios
da solidariedade social.
Perderam-se
os valores e perdeu-se o valor. Cada vez mais, o eu vale mais que os outros.
Somos um comboio em alta velocidade, numa linha que vai terminar de frente para
o precipicio. Talvez, já hoje, seja tarde demais para parar esse comboio, mas
continuamos todos, mais ou menos felizes na nossa escravatura da vida. Valha-nos a alegria, que ainda não paga imposto.
sábado, 10 de março de 2018
DIA MUNDIAL DAS GAJAS
Então as gajas precisam
de ter um dia mundial, apenas para demonstrarem que não são menos que os gajos?
Estranho, pois no fim da década de 60 e nas seguintes, outras gajas, andaram a
lutar pela liberdade do corpo feminino e a sua autonomia sexual, para agora em
pleno séc.º XXI, chegarem à conclusão que afinal são umas “coitadinhas”, nas
mãos desses seres terríveis que são os gajos?? Foi uma semana de histeria, em
torno de mais um dia mundial de qualquer coisa (um dia destes o ano tem que
passar a ter 400 ou mais dias, para tanto dia mundial da parvoíce). O Facebook,
os jornais, as rádios, as televisões, os Instagrams, os Twitters e outros,
encheram-se de mensagens de felicidade, amor e carinho. Que hipocrisia. Tirando
algumas, poucas infelizmente, que foram produzidas pelos próprios, com
verdadeiro amor e dedicação, a esmagadora maioria, recebi-as em octuplicado,
pois as pessoas, com a sua falta de tempo, imaginação e verdadeira afeição,
copiavam de umas para as outras, apenas para animar as gajas de quem gostavam.
Mas voltando ao grande tema deste ano: o assédio sexual. Bem, esta conversa dá
pano para mangas e eu vou ferir algumas susceptibilidades mais pseudo-sensíveis.
Então agora houve uma enormidade de gajas que descobriram que foram usadas
sexualmente, apalpadas nos transportes em horas de ponta, que os seus chefes
lhes passaram a mão pelo corpo e outras coisas similares? Pegando no sub-grupo
das artistas de Hollywood, que foram vitimas dum famoso produtor, várias
questões me assaltam o cérebro (aquela coisa cinzenta no cimo da nossa cabeça
que serve para pensar!!). Uma delas é como tantas gajas (ingénuas e virgens,
coitadinhas) aceitaram ir para o quarto de hotel ou para casa desse produtor,
para discutirem uns papéis num qualquer filme, que muito lhes interessava. Tão
púdicas, na altura, comeram, literalmente, mas agora cospem no prato da sopa e
sentem-se enojadas. Mas são as mesmas gajas que vão para os “Césares” e os
“Óscares” com vestidos transparentes (brancos!!) mas com rachas até ao útero?
Então, continuam a exibir as suas formas voluptuosas para gáudio desses seres
horrorosos que são os gajos?? Não as percebo. Acho que deveriam ir de burka,
para evitar qualquer desejo ou pensamento de índole sexual. E vêm agora contar
histórias com 15 ou mais anos?? Perdoem-me, tenho mais nojo dessas vacas
(porque as putas, eu admiro-as e respeito-as), que das gajas que souberam
aproveitar os seus dotes (físicos e não só), para conseguiram chegar aos seus
objectivos, aproveitando-se das fraquezas masculinas dos gajos, mas que agora
estão caladas e a sorrirem das pseudo-virgens de aviário. Eu já fui apalpado e
assediado e não me considero inferiorizado, nem tenho que ir a correr para a
associação de defesa dos direitos dos homens apalpados. Tenham dó da minha
inteligência. Claro, que sou contra as gajas e gajos que são violados, alvo de
violências verdadeiramente contra sua vontade, mas como posso sentir “pena” de
gajas ou gajos, que usaram o seu corpo, para na altura, conseguirem obter algo
que muito desejavam, mas que agora se armam em vítimas?? As verdadeiras gajas,
que sabem usar o seu charme, inteligência e sensualidade de uma forma discreta,
essas sim eu admiro-as e respeito-as. As outras, são apenas gajas que para
obterem notoriedade se ofereceram e que agora que já atingiram um estatuto, ou
que entretanto já perderam a sua reputação, vêm agora armadas em galinhas de
aviário, tentar voltar a ganhar notoriedade. Da primeira vez armaram-se em
boazonas, agora armam-se em vítimas. Enquanto houver gajas (e gajos) que abusem
desta perspectiva, então haverá necessidade de muitos dias das vitimas de
qualquer coisa (coitadinhos!!). Termino, com um enorme beijo de respeito e amizade
a todas as gajas e gajos, que sabem aproveitar e viver a vida. Os outros são
apenas uma cambada de frustrados. Um último comentário: se usei o termo gajas e
gajos, entendam-no como uma forma amistosa e sincera, de vos dizer que gosto
das verdadeiras pessoas (mulheres e homens), que são mesmo verdadeiras e
genuínas. Portem-se mal e desfrutem da vida, sem complexos, nem remorsos.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
A MARCHA INEXORÁVEL DA VIDA
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